domingo, 3 de maio de 2009

Sugestões

Duas sugestões de leituras para esse mês de maio:

"OS SEGREDOS DA BOLSA" Autor:Robert A. Haugen, da Editora Prentice Hall.

" MAL DA TERRA" Autor: Frederic Lenoir e Hubert Reeves, uma obra excelente sobre os efeitos do aquecimento global.

sábado, 2 de maio de 2009


UMA DOUTRINA REINVENTADA



Passei as duas semanas inteiras envolvido com trabalhos e provas na UPIS,por isso me ausentei do BLOG.Mas valeu a pena,conseguir notas excelentes nessas provas.
UMA DOUTRINA REINVENTADA


Passo para deixar uma nota do texto do Alon sobre a "Integração no Mercosul e os EUA".Excelente para quem se interessa por questões internacionais.

O governo brasileiro conquistou terreno nas últimas semanas na caminhada pela ampliação e consolidação do Mercosul. Em Caracas, o chanceler Celso Amorim e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, avançaram na convergência sobre assuntos pendentes. No Senado brasileiro, último passo que falta para aprovar a entrada da Venezuela no bloco, os números do comércio nacional com o vizinho bolivariano se sobrepõem pouco a pouco às objeções políticas e ideológicas.

O Parlasul —parlamento do Mercosul— caminha para existir graças a uma concessão brasileira: aceitamos estar sub-representados nele, para conforto principalmente do Uruguai e do Paraguai. Essa sub-representação é polêmica. Na prática, o eleitor brasileiro vai pesar menos do que o uruguaio e o paraguaio. Algo parecido com o que se dá na nossa Câmara dos Deputados. Críticos dizem que estamos estendendo para o Mercosul a herança maldita do Pacote de Abril de 1977. Então, o presidente Ernesto Geisel usou o AI-5 para aumentar artificialmente as bancadas dos pequenos estados, onde o desempenho eleitoral do governismo era melhor.

“A comparação não faz sentido”, contesta o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), um dos costuradores do acordo do Parlasul. “Se quisermos avançar na integração regional, precisaremos fazer concessões”, diz. “E nenhuma nação soberana aceitaria participar de um bloco no qual um único país, pelo tamanho de sua população, tivesse domínio político absoluto.” O senador argumenta que o Parlasul combinará aspectos de proporcionalidade e de equilíbrio, e lembra o papel histórico do Senado na manutenção da unidade nacional entre nós.

Polêmicas à parte, o fato é que a integração adquiriu especial importância para o Brasil com a eclosão da mega crise planetária da economia. Os líderes mundiais discursam contra o protecionismo, mas cada um deles procura manobrar para garantir ao seu próprio país a proteção de mercados.

O Brasil está nessa. Critica, naturalmente, os movimentos protecionistas nos Estados Unidos e na Europa, mas manobra para dar velocidade à formação do bloco regional, que a cada dia ganha mais peso estratégico para as exportações brasileiras. Aliás, essa é uma das principais queixas de nossos vizinhos, pois exportamos demais para eles e importamos deles de menos. Sem que haja solução simples à vista, dada a defasagem no grau de desenvolvimento entre as partes.

Eis um problema. Quando a Europa decidiu se constituir em bloco político-econômico, desenhou uma estratégia de maciços investimentos nas nações mais pobres, na época Portugal, Grécia e Espanha. Em termos práticos, alemães e franceses acabaram dividindo o ônus. E o Brasil, irá dividir o esforço com quem? Claro que com ninguém. É um debate que está por ser feito. Como encontrar o equilíbrio entre os reais investidos aqui, para gerar emprego e renda para os brasileiros, e os reais investidos lá fora, para assegurar mercados ao empresariado nacional.

A discussão está longe de ser apenas teórica. Com suas imensas reservas, a China adota há tempos uma política agressiva de expansão nas relações econômicas. O esforço chinês é mais visível na África, mas a América do Sul também ocupa lugar privilegiado na sua agenda. Dinheiro é que não falta para a China. Já nossas vantagens são a proximidade e a necessidade natural de convivência. Além, é claro, da torcida de Washington, que observa com atenção e satisfação nossos movimentos destinados a limitar a influência chinesa na área.

“A América para os americanos.” Assim passou à História a doutrina lançada no século retrasado pelo então presidente dos Estados Unidos James Monroe. A Doutrina Monroe foi criada para explicitar a oposição dos Estados Unidos à influência europeia nas Américas. Não deixa de ser curioso que, agora, com a ampliação e consolidação do Mercosul, a doutrina esteja sendo reinventada nas condições concretas do século 21. E pelas mãos de governos que, na teoria, têm um pé, ou os dois, no antiamericanismo. São as ironias da História.

Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje no Correio Braziliense.

domingo, 19 de abril de 2009

5º cúpula





A cidade de Port of Spain, capital de Trinidad e Tobago, no Caribe sediou a 5ª Cúpula dos Países Americanos entre os dias 17 e 19 deste mês. Segundo os analistas, no contexto da crise financeira global, a resposta conjunta dos países americanos às dificuldades se deu em torno do tema principal desta conferência. A cúpula também é considerada um novo ponto inicial para o governo Obama na melhora dos laços entre EUA e América Latina. Os EUA sempre consideraram a América Latina como seu "quintal". Porém, nos últimos dez anos, por motivos diversos, a influência norte-americana na região tem-se reduzido gradualmente.

No contexto da recessão global, o presidente norte-americano Barack Obama assinou recentemente um vultoso pacote de estímulo à economia. A tendência de ressurgimento do protecionismo comercial despertou insatisfação em muitos países, especialmente as nações latino-americanas, cujas economias dependem estreitamente dos EUA.

O presidente norte americano, como sempre escrevo aqui, está disposto mesmo a fazer um lugar melhor para alguns países.Não que eu seja ingênuo a ponto de acreditar que ele é o “salvador” da terra.Me refiro as ações que seu governo tem feito e que causará impacto significativo no atual conjuntura política econômica.Cito também a intenção do Obama de retirar gradualmente o embarco comercial à Cuba, desde que nesse país, as liberdades individuais e os direitos humanos sejam respeitados. Durante a conferência, o presidente Obama conversou e debateu ideias de igual para igual com os líderes latino-americanos e ouviu suas opiniões sobre assuntos regionais e internacionais. Para Washington, esta cúpula será um novo ponto de partida para a melhoria das relações com a América Latina.
Fico observando a capacidade desse país de confeccionar mudanças.Essa relação na época do presidente Kennedy ,por exemplo, era impossível.Esse governo foi eleito com uma atmosfera de mudança enorme no que diz respeito da imagem americana no resto do mundo.
Até o desafeto do George W Bush - Hugo Chavez - recebeu um singelo abraço do presidente americano.

quinta-feira, 9 de abril de 2009


Sobre a opinião de Aécio

Essa é a mensagem que o Governador Aécio nos passou quando um colega repórter,Alon Feuerwerker,lhe entrevistou no programa "Jogo do Poder" da CNT,canal 19.Vale a pena assitir a íntegra no You Tube.Escreva: alon feuerwerker em "pesquisar" no You tube.


"O Brasil, ao longo do tempo e em diferentes governos, ao marginalizar a educação
formal, o ensino profissional e a pesquisa, limitou a modernização, abastardou a competitividade e, em conseqüência, perdeu a visão do desenvolvimento econômico, auto-sustentável, como projeto hegemônico permanente. Perdeu o seu tempo, ao crescer marginalmente, nos últimos 20 anos. Aceitou, assim, a mediocridade do subdesenvolvimento imposto por sistema e hábitos políticos que dominam o Poder Executivo e toda a vida nacional, com visão personalista, cartorial, eleitoreira e de curto prazo.

Nesse quadro, ainda presente, dificilmente se pode esperar, em curto e médio prazos, o benefício de reformas político-institucionais macroeconômicas, capazes de aliviar o peso absurdo do Estado brasileiro sobre a sociedade, e abrir caminho para a modernização e a desburocratização do país, condição para alcançar maior capacitação competitiva, que estimule o crescimento econômico e viabilize a desejada inserção internacional como instrumento da sustentação do crescimento e não fator para o seu aviltamento." Forum Nacional 2007 - Debates

terça-feira, 7 de abril de 2009

Entende?


DO professor de Finanças Cristóvão Pereira.

"Ir pra peixe capitalista

A palhaçada que li nessa tarde, só por lá mesmo!
The NEW YORD TIMES, JULIA WERDIGIER

Inspirados pela crise de crédito, um novo jogo na Grã-Bretanha satírica convida
jogadores para assumir o papel da banca executivos, secretamente roubar seus bancos pagar si gigantesco bônus e utilização do governo salvamento para garantir a riqueza pessoal, tanto quanto possível, assegurando ao mesmo tempo os seus clientes «confiança.

O jogo, chamado "Crunch", é a criação do web designer Andrew Sheerin (a partir de Cambridge, Inglaterra), seu amigo Andy Tompkins e do livro infantil ilustrador Tom Morgan-Jones.

O jogo, que é de dois a quatro jogadores, é "uma mistura de estratégia", diz o Sr. Sheerin ", que vem executando o seu banco bem, e muita habilidade, que provém efectivamente eliminando cartas da mesa, sem ninguém perceber. "

Os jogadores começam o jogo com os seus activos em um banco e alguns cartões de confiança, que pode ser transformado em governo bailout cartões e injecções de capital e, em seguida, utilizar os seus cartões activos para investir. Mas de acordo com o jogo do Web site, o objetivo principal é o de garantir tanto dinheiro quanto possível para a sua própria fortuna "através da concessão de bônus você mesmo a intervalos regulares e pelo seu próprio brazenly fraudulenta do banco activos e escondendo-los quando não há uma outra pessoa está olhando. "Quem for pego perde uma valiosa confiança cartão.

"Crunch", é o segundo jogo desenvolvido pelos três amigos, após a criação em 2006 do jogo de tabuleiro "Guerra ao Terror", que foi banido do brinquedo feiras e rejeitadas pelos retalhistas para ser muito controverso.

O seu cartão jogo capitalista, que levou oito meses para desenvolver, está disponível on-line e está programado para chegar brinquedo revendedores independentes nos Estados Unidos em julho.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Analisando o G20

Analisando o G-20
Quando os dirigentes mundiais se encontrem, o resultado é normalmente uma grande quantidade de baratas falar. Keith Hennessey, mas faz um bom trabalho demonstrando como as baratas falar mudou com a mudança na administração. Certifique-se que através do clique no link e leia o que Keith tem a dizer. Substantivamente, a mudança na língua não é grande coisa, mas demonstra a diferença de mente-conjunto entre Bush e Equipe Team Obama.