terça-feira, 9 de junho de 2009

Acabo de acompanhar a divulgação do IBGE oficializando que (eu já sentia na pele!) que a nossa economia entra em recessão técnica.Bem que eles poderiam ser mais claros e dizer apenas "estamos produzindo menos riquezas" para milhões de brasileiros entenderem o sentido da mensagem.
Economicamente, é claro e aceitável que a nossa economia cresceria menos se comparada aos índices dos anos anteriores.O motivo originário são os efeitos dos estragos da super crise financeira internacional que avassala e empobrece as nações mais ricas e principalmente,acaba com as mais pobres.
Já escrevi e repito: as projeções do Banco Mundial e FMI diz que em "2009 o PIB Mundial sofreria perdas substanciais e inimagináveis e a humanidade teria menos riquezas produzidas".Com essa afirmação é possível acreditar que estamos em dias ruins, as nações ricas terão retração(significa que eles não crescerão) e o nosso Brasil teria um crescimento de apenas 2,8% em 2009.
Vários fatores são responsáveis por isso.A nossa produção industrial teve uma queda enorme, isso significa que o nosso parque industrial( que é um dos maiores do mundo) operou muito abaixo da capacidade e por isso produzimos pouco.As matérias primas que utilizamos ficaram escassas e muita caras no mercado internacional.Houve uma redução elevada das linhas de crédito no exterior penalizando várias empresas nacionais.As nossas taxas de juro ainda são altas e uma carga tributária que penaliza a indústria e o empresariado.Demissões em massa fizeram que milhões de brasileiros deixassem de consumir.Enfim, muitas variáveis poderia citar aqui.

É muito importante ressaltar que a economia brasileira tem projeções de vivenciar dias melhores e muito.Estamos em um ciclo de crescimento econômico e isso evidencia que temos vários fatores que apontam que as dificuldades do presente serão superadas.Já passamos por dias piores e tenho convicção de que tudo será ajustado porque temos empresários patriotas e corajosos que conduzirão á sólidos alicerces o nosso país.Sem falar de um povo destemido e empreendedor.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Minha Opinião


Minha opinião é sobre a influência dos EUA na América Latina.Ontem apenas ouvir do quarto a repercussão da viagem do Presidente Obama ao Cairo,capital do Egito.

Quais são os objetivos estratégicos dos Estados Unidos na América Latina? Manter a área de influência e evitar que vire plataforma hostil à segurança nacional estadunidense. Causa alguma tristeza nas elites locais, mas desde o fim da Guerra Fria importa menos a Washington se os governos aqui são de direita ou de esquerda, desde que não criem confusão. Desde que a região continue livre das ditaduras, das armas de destruição em massa, do terrorismo e das aventuras bélicas. E desde que nossos mercados estejam bem abertos para os negócios das empresas americanas.
Viva os Estados Unidos da América!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Nessa segunda feira, eu assumir a 2º vice presidência do Partido Social no Distrito Federal.Isso aumenta a minha resposabilidade e paixão por temas de interesse nacional.A seguir reproduzo uma coluna do meu colega com quem trabalhei na Redação do Correio Braziliense, árduo jornalista especial, Alon Feuerwerker.


A ENÉSIMA OPORTUNIDADE



As pesquisas Sensus e Datafolha confirmam não apenas que estamos em plena campanha eleitoral para a Presidência da República. Mostram que ela, como já alertava o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), apresenta características de segundo turno, dada a tendência de polarização. Outra constatação: a oposição caminha para desperdiçar a janela de oportunidade aberta com a eclosão da crise econômica mundial, em setembro. E que janela!

Por que Luiz Inácio Lula da Silva vai bem, assim como a candidata dele à sucessão, Dilma Rousseff? Porque o eleitor avalia que o presidente da República está fazendo o melhor possível, nas circunstâncias. Daí que talvez valha a pena considerar a hipótese de mais um voto de confiança. Parece simples? E é. Lula vende bem o peixe dele, o que vem incomodando a oposição, que se queixa da “máquina de propaganda” do governo federal. Um queixume que só revela impotência. Propaganda sozinha não sustenta governos, precisa estar ancorada em fatos.

A abordagem é recorrente aqui. Não há novidade para quem lê esta coluna. Em 2009, a economia brasileira vai apresentar resultados pífios. Na melhor das hipóteses, pousamos no fundo do poço. O juro real empurra a produção para baixo, quebra as exportações e ameaça o emprego. O investimento privado afundou, sem que o investimento público possa compensar a queda. E de quem é a culpa? De qualquer um, menos do chefe do governo. Nem fomos o último país a entrar na crise, nem seremos o primeiro a sair dela. E daí? E daí nada.

Não que o cidadão comum esteja em busca de debates complexos, sobre o spread bancário ou sobre o desenho da nova ordem internacional. O que falta é uma contranarrativa para tentar neutralizar vetorialmente a narrativa que Lula, dia sim outro também, reforça com vigor. A política é jogo de forças, soma de vetores. Uma oposição competente culpa o governo por tudo, exige dele o impossível, descobre defeitos até no que parece não ter e promete o paraíso se chegar ao poder.

Mas dá trabalho e exige obstinação, além de método e vontade de correr riscos. Pressupõe agarrar-se a alguma utopia e não subestimar o oponente. Você enxerga traço disso nas atitudes e atividades da oposição brasileira nos últimos seis anos e meio? Eu não enxergo. No que um Brasil governado por tucanos e democratas seria melhor do que o Brasil do PT? Nem eles próprios parecem saber. Daí que há tempos Lula esteja a falar sozinho.

Culpa dele? Não, culpa de quem deseja retirá-lo e a seu partido do poder mas espera isso acontecer como manifestação da vontade divina, como efeito das resistências do establishment a Lula, como consequência de uma suposta superioridade intelectual ou como produto da miraculosa descoberta daquele caso de corrupção que, agora sim, vai dar um jeito de colar no presidente. Ou como a soma de tudo isso.

O eleitor é pragmático. Adversários de Lula também estão bem avaliados na área de responsabilidade deles. E o eleitor é também desconfiado. Sabe que a política não se divide entre santos e demônios. Daí que tentativas de demonização tenham efeito apenas parcial. Só quem se ocupa de política 24 horas por dia são alguns jornalistas, os políticos e as pessoas cujo emprego ou cujo negócio dependem diretamente da política. É gente que trata o tema com paixão e gosto. Já a maioria tem com a política uma relação funcional. Quer saber o que vai ganhar ou perder. Quem é, entre as possibilidades, o melhor líder na situação.

2010 está perdido para a oposição? Óbvio que não. Eleição não se ganha de véspera. E a oposição tem um capital eleitoral respeitável, duas pernas bem fincadas nos dois maiores estados do país e boa capilaridade nacional. Por esse ângulo, talvez o choque trazido pelas últimas pesquisas tenha vindo em boa hora para os adversários de Lula. É a enésima oportunidade de tomarem contato com a realidade. E, diferente de 2006, o choque veio quando ainda falta um bom tempo para a eleição.

Até porque a travessia de 2009 para 2010 não será mesmo um mar de rosas. Enquanto as pesquisas mostram uma população mais otimista, o mercado anda cada vez mais pessimista, como mostrou ontem o boletim Focus. A esperança de Lula é que os profissionais da economia estejam errados. A da oposição, que estejam certos.

Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje no Correio Braziliense.Por Alon Feuewerker.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Três enfoques para diferenciação de sua empresa


Em mercados altamente competitivos há empresários que quase enlouquecem. E, não é raro encontrarmos alguns deles dispostos a tudo para não perder seus clientes. Por isso, ficam agressivos, maliciosos, enganam, mentem, prejudicam as pessoas, falsificam produtos, diminuem a qualidade, enfim, fazem tudo mesmo para não perder. Isto porque, para eles, o que mais importa no jogo empresarial é ganhar. Ganhar sem pudor, ganhar sem escrúpulos, ganhar sem a preocupação com os outros. Vida curta para eles. Se você não quer perder, então, busque diferenciais para seus produtos ou serviços, siga o exemplo de Kotler, o grande guru do marketing que ensina três enfoques básicos para diferenciação de sua empresa, são eles:

Enfoque na especialização – aqui você é o melhor, nenhum concorrente está à sua altura, seu produto é fenomenal ou você é o produtor exclusivo. Quando se tem qualidade superior, os preços são altos, mas o mercado consumidor desses produtos não reclama, pois compram glamour, status e satisfação. Nestes casos, podemos citar como exemplo, a Mercedez, a BMW, a Ferrari e outros nesta linha. Seus produtos são caros, mas são vistos circulando em todas as partes do mundo.

Enfoque na eficiência – neste caso traduzida pelos custos baixos. Uma empresa eficiente produz mais e gasta menos, isto porque organiza, planeja, controla e evita desperdícios. Desta forma, pode competir com custos mais baixos, controlando a concorrência pelo preço. Ai, temos as Casas Bahia, a maior empresa varejista do país e a Ricardo Eletro, que além de venderem com preços mais baixos que o mercado, ainda dividem em 12, 24 parcelas. E preço sempre será o diferencial nesse mercado.

Enfoque na excelência de cortesia – isto significa treinar seus empregados para receber seus clientes com maestria, delicadeza e perfeição no atendimento. Os clientes gostam de receber sorrisos de boas-vindas, na verdade, gostam de ficar à vontade para escolher o que querem e não serem pressionados pelos vendedores que querem lhes empurrar qualquer coisa goela abaixo. Pense por exemplo, na TAM, que faz questão desde a época do comandante Rolim de receber seus passageiros com um tapete vermelho na porta da aeronave. É bom sentir assim, não? Recebido com um tapete vermelho e o comandante na porta te dando as boas vindas. Espetacular!

Se, você não é o grande inventor, exclusivista em seu ramo de atividade ou ainda não possui capital suficiente para comprar lotes inteiros de geladeiras e televisores para concorrer com as Casas Bahia e a Ricardo Eletro, só lhe resta, então, ser o melhor no atendimento. E, a boa notícia para você que anda desanimado com tudo, é que ser excelente no atendimento não envolve custos altos. Prepare seu pessoal para atender seus clientes com educação, respeito e atenção. Dê a eles o melhor de sua empresa, a boa educação e um grande sorriso. Isso vai fazer a diferença e sua empresa será 100% Sucesso.

Natal Furucho

E o diferencial?


Existem fatores que diferenciam pessoas, serviços, produtos e empresas qualificando positivamente ou desqualificando negativamente, Isto depende apenas da maneira como as pessoas vêem o que lhes é oferecido. Na vida profissional, o diferencial que tanto importa não está em fazer apenas bem feito o que nos é mandado fazer, mas nas soluções que encontramos para os tantos problemas que existem. O normal nas empresa é a presença do profissional critico, capaz de enxergar todos os problemas e defeitos, no entanto, esses não servem para cargos superiores, pois de que adianta apontar problemas e não propor soluções?

Na vida empresarial a coisa não muda muito, há uma exigência crescente por mais rapidez, mais agilidade e mais presteza por parte daqueles que trocam dinheiro por produtos ou serviços. Ninguém suporta mais demoras no atendimento, “lentidão de sistemas”, velhas desculpas esfarrapadas que só servem para irritar ainda mais o cliente. Se você não for capaz de resolver imediatamente os problemas operacionais que te cerca, o fracasso lhe aguarda!

É claro que nem tudo se resolve com mágica, uma vez que existem determinados problemas que exigem esforço coletivo para serem resolvidos, mas não se pode ignorar que o tempo e os clientes não podem esperar. Portanto, invista tudo que puder imediatamente para corrigir os erros existentes, reforce seus profissionais, busque diferenciais competitivos que compensem as frustrações, dê regalos para seus clientes e tome cuidado com profissionais mal-humorados, eles podem acabar de vez com sua clientela. Não permita maus-tratos àqueles que contribuem para seu sucesso.

A boa notícia é que o cliente ao perceber seu esforço para resolver os problemas, acabam compreendendo e propondo ajuda valiosa através de suas opiniões, ouça-os, eles são os melhores consultores que existem. O diferencial não consiste apenas em valores agregados ao seu produto ou serviço, ele pode ser um excelente atendimento, um bom dia, um simples sorriso ou mesmo uma simples consulta ao seu cliente sobre como atender e satisfazer melhor suas necessidades.

Lembre-se, para ter 100% de sucesso você precisa apenas ter um olhar amplo para todos os fatores que o cercam e não se esqueça, nem tudo é o que parece!



Natal Furucho

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A incerteza do mercado


A incerteza do mercado

(Do meu colega e professor, Alexandre Guimarães, brilhante investidor do mercado financeiro)



Nos últimos dias o mercado foi surpreendido com a exposição em operações em derivativos cambiais “exóticas” da Aracruz, empresa de papel e celulose, e da Sadia, empresa de alimentos. Depois da surpreendente revelação destas exposições de alto risco, ficou a dúvida: existirão outros casos? O mercado de ações que já sofria, com a crise iniciada com o estouro da bolha hipotecária americana, respondeu negativamente, intensificando as desvalorizações das nossas empresas.
O alívio - Nesta semana os maiores bancos brasileiros anteciparam a divulgação dos balanços trimestrais. O Bradesco mostrou que não possui exposição alguma nesse tipo de operação. O Unibanco mostrou que possuía apenas R$ 1 bilhão de perdas com operações em derivativos e o Itaú divulgou que suas operações com derivativos chegam a R$ 2,4 bilhões de perdas. Antecipando as divulgações de seus balanços, os bancos trouxeram um grande alívio ao mercado financeiro brasileiro.
As oportunidades da Bovespa - A crise chegou ao fundo do poço? Ninguém tem a resposta. Porém, o que posso afirmar, é que, depois de assistirmos a uma desvalorização do Ibovespa de mais de 53%, tenho a clara concepção de que existem várias ações com preços bastante atrativos. A questão é: está na hora de irmos às compras? Para aqueles que gostam do mercado acionário, e têm um horizonte de investimento de longo prazo, com certeza, esta é a hora de começar a aproveitar as “liquidações”. Na cabeça do investidor fica uma grande questão: os preços das ações poderão cair mais? Respondo – realmente existe a possibilidade de mais desvalorização, mas vamos raciocinar. Depois de uma queda de mais de 50%, a possibilidade de mais queda diminuiu e a de alta aumentou. Então acho que vale a pena correr o risco.
Oportunidades na renda fixa - Com a crise financeira internacional, também surgiram algumas oportunidades de investimentos em renda fixa, em que o investidor poderá garantir juros reais bastante atrativos. A dica é aproveitar as altas taxas de remuneração oferecidas, e investir em Certificados de Depósito Bancário (CDB) prefixados com vencimentos de, no mínimo, dois anos, para garantir uma alíquota de 15% de imposto de renda e maximizar a rentabilidade do seu investimento. Vale lembrar que as taxas oferecidas no mercado vão depender do banco e do volume a ser aplicado. Para aqueles que dispõem de recursos para aplicações em prazos menores, sugiro aplicar em operações atreladas ao índice do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

DICAS
Com as grandes oscilações nos mercados financeiros, todo cuidado é pouco!
- tenha clareza sobre os seus objetivos e sobre o horizonte temporal de seus investimentos;
- controle suas emoções nos momentos de grande turbulência do mercado;
- se quiser trocar de aplicação, analise todos os detalhes, vantagens e desvantagens;
- não vá na onda dos outros, cada um tem um perfil de investimento próprio; e
- não ponha os ovos na mesma cesta, diversifique seus investimentos.
Bom investimento!

Alexandre Guimarães
Economista, sócio da AEG Investimentos e
presidente da Apimec-DF.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Pelo menos duas reportagens merecem certo destaque (da minha parte) veiculadas no noticiário nacional internacional dessa semana.A primeira diz respeito a declarações dos executivos do CITI BANK(sim aquele banco que levou um prejuízo de pelo menos $ 200 bilhões de dólares e acabaram com as minhas chances de até mesmo ser contratado aqui em Brasília) que afirmam que a recuperação da nossa Bolsa de Valores é a mais certa e terá um crescimento de até 60% no IBOVESPA, principal índice de nossa Bolsa.Esse reflete o crescimento e fortalecimento do mercado de capitais brasileiro(sem dúvida o melhor da América Latina!!!).E outro agravante: ele é a antecipação do estado da economia real,se esse segmento da economia vai bem,é sinal claro que as projeções para a economia real do nosso país sejam as mais postitvas possíveis.No mesmo documento, a instituição financeira diz eleger o mercado brasileiro de ações como a melhor escolha da América Latina. O Citigroup elevou a recomendação das ações brasileiras de "neutra" para "overweight" (acima da média).
Nessa semana ,eu mesmo fiquei impressinado com uma alta espantosa de até 5% em um mesmo pregão.Sempre falo que a recuperação do mercado financeiro é muito mais rápido do que a economia real.É hora de nós,os pequenos investidores,apostarmos nosso dinheirinho e monitorar passo a passo a rentabilidade de nossos papéis.

A segunda informação é também de fonte americana.Li na biblioteca da UPIS que, desde que aconteceu a reunião do G20, "o eixo de poder se desloca da América para a outra parte do mundo".O meu colega repórter se refere a pouca(?) influência que os EUA exercerão daqui pra frente sobre a Terra.O seu argumento ( eu discordo desse argumento)se baseia no enfranquecimento do mercado financeiro dos EUA e dos gastos enormes feitos pelo Tesouro Americano para "salvar" um sistma já quebrado.Reconheço que está certo em parte,nossos americanos tão cedo deixarão de exercer grande influência sobre a Terra.Os EUA já enfrentaram trinta e cinco ciclos econômicos e sempre sairam mais fortes .

Se alguém quiser recomendar ao meu colega a leitura do meu BLOG para que não cometa mais "furos", fique a vontade.