terça-feira, 7 de abril de 2009

"Ir pra peixe capitalista

A palhaçada que li nessa tarde, só por lá mesmo!
The NEW YORD TIMES, JULIA WERDIGIER

Inspirados pela crise de crédito, um novo jogo na Grã-Bretanha satírica convida
jogadores para assumir o papel da banca executivos, secretamente roubar seus bancos pagar si gigantesco bônus e utilização do governo salvamento para garantir a riqueza pessoal, tanto quanto possível, assegurando ao mesmo tempo os seus clientes «confiança.

O jogo, chamado "Crunch", é a criação do web designer Andrew Sheerin (a partir de Cambridge, Inglaterra), seu amigo Andy Tompkins e do livro infantil ilustrador Tom Morgan-Jones.

O jogo, que é de dois a quatro jogadores, é "uma mistura de estratégia", diz o Sr. Sheerin ", que vem executando o seu banco bem, e muita habilidade, que provém efectivamente eliminando cartas da mesa, sem ninguém perceber. "

Os jogadores começam o jogo com os seus activos em um banco e alguns cartões de confiança, que pode ser transformado em governo bailout cartões e injecções de capital e, em seguida, utilizar os seus cartões activos para investir. Mas de acordo com o jogo do Web site, o objetivo principal é o de garantir tanto dinheiro quanto possível para a sua própria fortuna "através da concessão de bônus você mesmo a intervalos regulares e pelo seu próprio brazenly fraudulenta do banco activos e escondendo-los quando não há uma outra pessoa está olhando. "Quem for pego perde uma valiosa confiança cartão.

"Crunch", é o segundo jogo desenvolvido pelos três amigos, após a criação em 2006 do jogo de tabuleiro "Guerra ao Terror", que foi banido do brinquedo feiras e rejeitadas pelos retalhistas para ser muito controverso.

O seu cartão jogo capitalista, que levou oito meses para desenvolver, está disponível on-line e está programado para chegar brinquedo revendedores independentes nos Estados Unidos em julho.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Analisando o G20

Analisando o G-20
Quando os dirigentes mundiais se encontrem, o resultado é normalmente uma grande quantidade de baratas falar. Keith Hennessey, mas faz um bom trabalho demonstrando como as baratas falar mudou com a mudança na administração. Certifique-se que através do clique no link e leia o que Keith tem a dizer. Substantivamente, a mudança na língua não é grande coisa, mas demonstra a diferença de mente-conjunto entre Bush e Equipe Team Obama.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Não concordo...


Se for verdade ,nós estudante brasileiros não teremos mais acesso ao Blog de Greg Mankiw's, vamos perder uma visão especial e enriquecedora, confira seu recado:

"Com Harvard tem perdido muito da sua dotação ultimamente, a universidade me pediu para parar de fornecer este blog gratuitamente. Começando em breve, por isso, este blog estará disponível apenas para Harvard estudantes e alunos e para outros que subscrever através do novo programa Harvard-blogueiros. Todas as receitas provenientes desse programa serão divididos entre a construção do novo campus Allston e proporcionando aos estudantes quente sundaes disparatar sobre suplente quintas e todos os dias durante o exame períodos."

Mais perto do 3º mandato



Sobre tal assunto já dei minha opinião.Dessa vez coube ao Feuerwerker fazer o alerta.
Da Consultoria Americana Eurasia Group.


Alvaro Uribe a chance de correr para um terceiro mandato consecutivo em 2010 teve um impulso significativo em 24 de Março, quando o acórdão Uribista coligação virei a cara de pesadas pressões governamentais e informalmente acordado para limpar o caminho para o próximo mês um projeto de lei para convocação de um referendo remover limites constitucionais prazo e permitir a Uribe a correr novamente. A lei é clara ao congresso e favoreceu o tribunal constitucional, abrindo caminho a um referendo em outubro ou novembro deste ano, de acordo com as nossas conversas com os principais senadores e outras fontes em Bogotá nesta semana. O maior obstáculo será Uribe da sua capacidade para garantir um mínimo exigido afluência de 7,2 milhões de votos no dia do referendo na cara de uma campanha agressiva abstenção da oposição e da Colômbia acentuado abrandamento económico. Temos aumentado a probabilidade de que Uribe será capaz de procurar e ganhar um terceiro mandato de 30% para 55%, que colocam riscos descendentes para a estabilidade institucional e da Colômbia integrityThe prejudicial Uribista encenado coligação tem uma notável reviravolta e informalmente acordado em 24
Março de apoiar um projeto de lei solicitando um referendo para remover limites constitucionais prazo e permitir
Presidente Uribe para correr novamente nos restantes dois votos no Senado.

Vale a pena ler a íntrega:

quinta-feira, 26 de março de 2009

Momento de Ação Global


Colegas, não poderia deixar de reproduzir a idéia de Barack Obama,que na terça escreveu um artigo sobre a situação das economias.Confira:



Estamos vivendo um momento de enormes problemas econômicos globais que não podem ser resolvidos por meias medidas ou pelos esforços isolados de um país. Os líderes do G-20 têm hoje a responsabilidade de realizar ações ousadas, abrangentes e coordenadas com o objetivo não apenas de impulsionar a recuperação, mas também inaugurar uma nova era de compromisso econômico para impedir que uma crise como esta volte a ocorrer no futuro.

Não se pode negar a urgência da ação. Uma crise de crédito e de confiança alastrou-se pelas fronteiras, com consequências para todos os cantos do mundo. Pela primeira vez em uma geração, a economia global está se contraindo e o comércio está encolhendo. Trilhões de dólares desapareceram, os bancos pararam de emprestar dinheiro e dezenas de milhões de pessoas deverão perder seus empregos em todo o globo. A prosperidade das nações está ameaçada, assim como a estabilidade dos governos e a sobrevivência dos povos nas partes mais vulneráveis do mundo.

Aprendemos, de uma vez por todas, que o sucesso da economia americana está indissoluvelmente ligado à economia global. Não existe uma linha de separação entre uma ação que restaura a expansão no interior das nossas fronteiras e uma ação que sustente essa expansão além delas. Se os consumidores de outros países não puderem gastar, os mercados secarão - vimos a maior queda das exportações americanas dos últimos 40 anos levar diretamente à perda de empregos americanos.

E se continuarmos permitindo que as instituições financeiras do mundo todo atuem de maneira temerária e irresponsável, ficaremos presos em um ciclo de bolhas e crises. É por isso que a cúpula que se realizará em Londres no início de abril é diretamente relevante para a recuperação do nosso país.

Minha mensagem é clara: os Estados Unidos estão prontos para liderar; pedimos aos nossos parceiros que cooperem conosco com um sentido de urgência e objetivo comuns.

Já foi feito um trabalho considerável, mas há ainda muito a fazer.

Nossa liderança se baseia em uma premissa simples: agiremos de maneira corajosa para tirar a economia americana da crise e reformar nossa estrutura reguladora e essas ações serão respaldadas por ações complementares no exterior.

Pelo nosso exemplo, os Estados Unidos poderão promover a recuperação global e a confiança em todo o mundo. E se a Cúpula de Londres contribuir para estimular a ação coletiva, poderemos chegar a uma recuperação segura, evitando assim crises futuras.

Nossos esforços precisam começar com uma ação rápida para reiniciar o crescimento. Os Estados Unidos já aprovaram a Lei de Recuperação e Reinvestimento - o esforço mais dramático para impulsionar a criação de empregos e lançar as bases do crescimento em uma geração. Outros membros do G-20 também buscaram um estímulo fiscal e esses esforços devem ser intensos e sustentados até que seja possível restaurar a demanda. À medida que avançarmos, deveremos adotar um compromisso coletivo para encorajar o comércio aberto e os investimentos, resistindo ao mesmo tempo ao protecionismo que só aprofundaria esta crise.

Em segundo lugar, devemos restaurar o crédito do qual dependem empresas e consumidores. Estamos trabalhando agressivamente no nosso país para estabilizar nosso sistema financeiro. Isso prevê uma avaliação honesta dos balanços dos nossos principais bancos e levará diretamente à concessão de empréstimos que permitam que os americanos adquiram bens, possam manter suas casas e expandir seus negócios. Esse processo continuará se amplificando pelas ações dos nossos parceiros do G-20. Juntos, poderemos adotar um arcabouço comum que insista na transparência, na responsabilidade e na preocupação com a restauração do fluxo de crédito que constitui a seiva de uma economia global em expansão. O G-20, ao lado de instituições multinacionais, poderá proporcionar o financiamento do comércio que contribui para aumentar as exportações e criar empregos. Em terceiro lugar, temos a obrigação econômica e moral no que diz respeito à segurança de estender a mão aos países e aos povos que enfrentam o risco maior. Se lhes dermos as costas, o sofrimento causado por esta crise se agravará e nossa própria recuperação será retardada, porque os mercados dos nossos produtos encolherão ainda mais e outros empregos americanos se perderão. O G-20 deve oferecer rapidamente os recursos que servirão para estabilizar os mercados emergentes, impulsionar substancialmente a capacidade do Fundo Monetário Internacional (FMI) para emergências, e ajudar os bancos de desenvolvimento regional a acelerar os empréstimos. Ao mesmo tempo, os EUA financiarão novos e importantes investimentos na área de segurança dos alimentos que permitam aos mais pobres enfrentar os dias difíceis que virão.

Embora essas medidas possam nos ajudar a sair da crise, não devemos prever um retorno ao status quo. Devemos pôr um fim à especulação desenfreada e a gastos superiores aos nossos recursos, aos créditos podres, aos bancos excessivamente alavancados e à falta de supervisão que condena a todos a bolhas que inevitavelmente estourarão. Somente uma ação internacional coordenada poderá impedir a assunção irresponsável de riscos que causou a crise atual. Por isso, prometi aproveitar essa ocasião para adiantar as reformas abrangentes do nosso arcabouço regulador e supervisor.

Todas as nossas instituições financeiras - em Wall Street e no mundo - precisam de uma escrupulosa supervisão e das respectivas normas ditadas pelo senso comum. Todos os mercados devem ter normas de estabilidade e um mecanismo de transparência. Um forte arcabouço de exigências em matéria de capital protegerá contra as crises futuras. É preciso combater os paraísos fiscais no exterior e a lavagem de dinheiro.

Normas rigorosas de transparência e responsabilidade terão de conter os abusos e a época das remunerações astronômicas deve acabar. Em vez de esforços desiguais que fazem escorregar para o fundo, devemos proporcionar claros incentivos de bom comportamento que impulsionem para o topo.

Sei que os EUA carregam sua parcela de responsabilidade pelo caos que agora enfrentamos. Mas também sei que não temos de escolher entre um capitalismo caótico e impiedoso e uma economia dirigida por um governo opressor. Essa é uma falsa escolha que não serve ao nosso povo ou mesmo a povo nenhum.

Essa reunião do G-20 constitui um fórum para um novo tipo de cooperação econômica mundial. Este é o momento para, todos juntos, colaborarmos para restaurar o crescimento sustentado que só se tornará possível com mercados abertos e estáveis que exploram a inovação, sustentam o empreendedorismo e promovem as oportunidades.

Hoje, os interesses das nações estão totalmente entrelaçados. Os Estados Unidos estão prontos a aderir aos esforços globais em nome da criação de novos empregos e do crescimento sustentado. Juntos, poderemos aprender as lições desta crise e forjar uma prosperidade duradoura e garantida para o século 21.

*O presidente dos Estados Unidos escreveu este artigo para o Global Viewpoint

Fonte: O Estado de S. Paulo (24/3/2009)

quarta-feira, 25 de março de 2009

Não estou sumido .....aguardem


Caros leitores, realmente estou sumido desse espaço, é que as atividades são muitas.Eu agradeço a Adriana Araújo que tem me cobrado pela ausencia no Blog, Adriana continue me prestigiando e criticando meus artigos.Á Elen Cristina pelo brilhante recado, no início achei duro, depois acabei concordando com ela.

Passo aqui pra deixar uma nota que recebo de um colega repórter.Logo logo ele será o 1º a criticar o Plano Habitacional do Governo Lula.
Tudo bem que isso tem seu lado politiqueiro.Lula é um político profissional e experiente(já disse isso aqui).Então lançar um Plano desse proporção é um sinal estratégico para as eleições em 2010.
Além do mais se configura em um bom exemplo de prática de Política Fiscal, tão necessária em tempos de crise .
Estou preparando um artigo sobre uma besteira que ouvir o Fernando Collor dizer no programa do meu colega na quarta feira passada( me refiro ao Luiz Carlos Azedo no 3 a 1 na TV BRASIL- ASSISTA HOJE ADRIANA ARAÚJO, COMEÇA ÁS 10 HORAS DA NOITE).Vou tratar das duas correntes econômicas - monetarismo e o keneysianismo e de suas contribuições.Qualquer participação eu aceito, inclusive dos leitores ávidos por informação.
Um Abraço , até logo.
Fui!!!!!!!!
RICARDO SANTOS .

sexta-feira, 13 de março de 2009

Um debate puramente técnico ...


Os juros precisam baixar. As reformas estruturais de que o país carece são as sociais – e não as de caráter liberal. Os investimentos que o Brasil deve buscar atrair são os produtivos, e não os capitais meramente especulativos. O país tem que assumir o crescimento como uma prioridade – não efemêra, temerosa e a qualquer custo, mas contínua, gradativa e qualificada.

Se programas e políticas como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a recuperação e valorização do salário mínimo, os juros em queda, o estímulo aos financiamentos populares e crédito consignado, etc, seguirem no atual e positivo ritmo, assim como as políticas de inclusão social e distribuição de renda, como o Bolsa Família, o Brasil tende a viver um longo ciclo de desenvolvimento econômico e social.

A política monetária terá um papel estratégico determinante para minimizar os efeitos da crise durante o ano de 2009. É importante que haja incentivo para que os empresários não deixem de investir na produção, o que deverá estimular a economia e garantir que a modesta previsão de crescimento para o Brasil seja alcançada esse ano

Fatores importantes que regem nossa economia dependem justamente da definição da Selic, como por exemplo, as perspectivas de investimentos financeiros promovidos pelas empresas e pelo próprio governo, a expectativa de crescimento da economia que deriva destes investimentos e a própria geração de empregos - uma das principais preocupações do universitário -, que depende do avanço da economia para ser efetiva.Desde 1999, quando foi alterado o regime de variação das cotações do dólar e adotado o sistema de flutuação livre para a moeda norte-americana (as cotações do dólar comercial são definidas pelos negócios feitos com a moeda, isto é: quanto maior a procura, maior a cotação; e vice-versa) o governo fixou metas de inflação como principal referencial para medir os resultados da economia nacional.
Com a oferta de crédito limitada no mercado, os juros cobrados do consumidor também sobem. Dessa forma, o consumo tende a cair, o que provoca redução das vendas, os investimentos das empresas passam a ser adiados, a produção cai e derruba consigo a oferta de empregos.

Tudo isso acaba se tornando um círculo vicioso em que a economia tende a ficar cada vez mais contraída. Assim, para tentar manter as vendas, os empresários se vêem obrigados a reduzir os preços de produtos e serviços, provocando, em alguns casos, a conhecida deflação, quando, na média do mercado, os preços caem mais do que sobem.

É isso que o governo espera que venha a acontecer com a manutenção das altas taxas de juros: desaquecer a economia e frear o avanço de preços que vinha sendo registrado.

O que isso representa para o cidadão comum e para o universitário em especial: taxas altas de juros contêm o crescimento econômico; reduzem a oferta de empregos; e, em muitas ocasiões, até fazem o desemprego aumentar, como vem ocorrendo atualmente (12,4% da população economicamente ativa do país estava desempregada em abril, segundo o IBGE).