domingo, 18 de outubro de 2009


Curtamos nessa tarde de domingo o Grande Prêmio de Interlagos em São Paulo de Fórmula 1.
Esse tal de Rubinho tem chances consideráveis de adiar o fim do campeonato e assim assegurar sua vitória para daqui há duas semanas.Afinal de contas, ele só chega em segundo lugar.Mas ele foi o melhor nos treinos, e se chover , tem pneus a sua disposição com vantagens em relação ás outras equipes.
Falando em chuva... já sabíamos que Airton Sena ganharia a corrida.

domingo, 11 de outubro de 2009


De fato o Presidente Obama merece tal honraria.Sua visão sobre o mundo não é semelhante ao ex presidente Bush.Tal afirmação encontro em todas as suas palavras, para mim ele representa mais do que uma mudança na maneira de conduzir a política externa de seu país, representa novos dias para a diplomacia entre as nações.

A supremacia norte americana é viva e estoteante.Parece mesmo que lá todas as coisas são possíveis.Para eles, " é um papel intervir em qualquer lugar da terra para garantir os ideais de democracia e liberdade".

Ponto para o Presidente Obama.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

De férias

São mais de trinta dias longe dos meus leitores.De férias, até dos colegas jornalistas que só informam coisas ruins.E isso é péssimo para a minha saúde.Confesso que estou com saudades de postar.Mais logo logo estarei de volta.

RICARDO SANTOS

domingo, 5 de julho de 2009

O valor de uma amizade


No processo contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) em 2007 e na disputa de fevereiro último pelo comando do Senado escrevi que o ímpeto renovador do PT naquela Casa parecia apenas a máscara a encobrir um apetite exacerbado pelo poder. O partido achou em certo momento que acirrar a crise faria o Senado cair no seu colo. E tratou de acirrá-la. Até por saber que não faltaria matéria-prima. Sabido, esse PT.

Agora, poucos meses depois, os petistas do Senado caminham para endossar o sistema de mando que lá atrás, por motivos supostamente republicanos, queriam derrubar. A guinada acontece precisamente quando o establishment senatorial -que o PT prometia combater- está enfraquecido, nu diante do público.

Uma desculpa é o medo de perder o PMDB na sucessão presidencial. Daí a forcinha ao enrolado presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Por que o PT não sentiu o mesmo medo quando lançou Tião Viana (AC) para concorrer com Sarney em fevereiro? Quem pode explicar?

De todo jeito, é mau sinal Luiz Inácio Lula da Silva cair assim, só com o barulho da bala. Só na base do grito, da ameaça. Se o PMDB tem tanta capacidade de intimidação no governo de Lula, como será num governo sem Lula?

Haveria uma razão para não levar a desculpa muito a sério. Quem manda no PMDB é o presidente do partido e da Câmara dos Deputados, Michel Temer (SP). Ele não derramará uma lágrima se o PMDB do Senado afundar. Temer é candidatíssimo a vice de Dilma Rousseff e não vai arrastar o partido ao suicídio apenas por causa dos senadores peemedebistas, que aliás são adversários internos dele. Se Temer ameaçar o Planalto por causa de Sarney, estará blefando.

Dilma veio sexta-feira em defesa do presidente do Senado. Disse que as críticas não devem ser personalizadas. E que, em certas situações, remover gente é uma maneira de não atacar os problemas. Eu fiquei com uma dúvida. Se na presidência Dilma topar com uma estatal ou um ministério que tenham irregularidades político-administrativas tão graves quanto as do Senado de hoje, ela vai dar cartão vermelho aos responsáveis ou vai manter -por conveniência- a mesma turma, pedindo apenas que, por favor, eles consertem o que fizeram de errado?

A ministra pode responder dizendo que não é bem assim, que Sarney tem um mandato a cumprir na função. Mas a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) também tinha, e Dilma deu um jeito de trocar quando achou que devia, na crise do transporte aéreo. Aliás, removeu aliados dela. Cortou na própria carne. Por que o Senado não pode, soberanamente, buscar um arranjo político que preserve a maioria governista mas represente uma ruptura com os absurdos cometidos na administração do dinheiro do povo?

O problema de reduzir tudo a “luta política” é que não sobra espaço para a defesa do interesse público. Há disputas em tudo que envolve a política. E daí? Dizer que a oposição quer criar dificuldades para o governo é afirmar uma verdade permanente. Por acaso isso justifica que a sociedade deva conviver com os malfeitos? Só para ajudar o governo?

Será péssimo para Lula e Dilma se uma impressão firmar-se: quem apoia o governo ganha o direito de ultrapassar certos limites, vedados aos demais. Aliás, em política externa é o que Lula vem sinalizando nas últimas semanas. Há os maus golpistas, como os de Honduras, e os bons ditadores e genocidas, como alguns da África recentemente visitada pelo presidente. Aos amigos, tudo; aos inimigos, os princípios morais. Como é bom ser amigo de Lula!

Governabilidade conquista-se de vários modos. Um deles é dividindo poder. Disciplina em que aliás o PT sempre sofre para passar de ano. Mas distribuir poder não significa fechar os olhos a ações lesivas ao erário. Ou não deveria significar. O PMDB, como maior bancada, tem o comando do Senado. Que continue tendo, desde que apresente uma fórmula aceitável, do ângulo do interesse público. Se não for capaz, melhor sair de cena.

Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje no Correio Braziliense.

@alonfeuerwerker no twitter.com

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Teerã

No outro post questionei a legitimidade das eleições em Teerã,capital do Irã e volto para dizer que o resultado da eleição não é positiva, se considerarmos as seguintes variáveis:

Programa Nuclear Irariano

Todas as nações sabem,a Agência Internacional de Energia Atômica, o Conselho de Segurança das Nações Unidas, e principalmente,o governo de Israel, que o programa nuclear em questão tem objetivos militares.Não é recente o desejo dos aitolás de "varrer Israel do mapa" e sem armamentos disponíveis essa missão é considerada impossível.O próprio Ahmadinejad tem como plano que as terras ocupadas hoje por Israel sejam devolvidas aos palestinos - algo muito difícil de acontecer - e o tal jamais reconhecerá a soberania do estado de Israel.

Ninho de organizações terroristas

No cenário geopolítico internacional, o Oriente Médio é o local onde se multiplicam as células terroristas em todo o mundo.E no Irã temos milhares delas.O próprio Ahmadinejad no passado era um terrorista e tinha esse ofício como profissão.A instabilidade na região é tema de muita importância na Casa Branca, tal é a interferência do governo ianque nos países do Oriente Médio.

segunda-feira, 15 de junho de 2009


É preocupante como alguns países querem conduzir o destino de seu povo de forma autoritária e não democrática.A democracia é um dos piores sistemas políticos já conhecidos, mas até agora é que melhor representa os direitos dos povos e nações.Pondero nessa segunda feira uma observação muito ingênuo de aluno,mas com muita crítica e descontetamento com os rumos políticos tomados no Irã,de Mahmoud Ahmadinejad.Uma eleição que deve ser anulada com a supervisão de organismos supranacionais, como a ONU.

O resultado dessas eleições será discutida nas próxmas colunas.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Acabo de acompanhar a divulgação do IBGE oficializando que (eu já sentia na pele!) que a nossa economia entra em recessão técnica.Bem que eles poderiam ser mais claros e dizer apenas "estamos produzindo menos riquezas" para milhões de brasileiros entenderem o sentido da mensagem.
Economicamente, é claro e aceitável que a nossa economia cresceria menos se comparada aos índices dos anos anteriores.O motivo originário são os efeitos dos estragos da super crise financeira internacional que avassala e empobrece as nações mais ricas e principalmente,acaba com as mais pobres.
Já escrevi e repito: as projeções do Banco Mundial e FMI diz que em "2009 o PIB Mundial sofreria perdas substanciais e inimagináveis e a humanidade teria menos riquezas produzidas".Com essa afirmação é possível acreditar que estamos em dias ruins, as nações ricas terão retração(significa que eles não crescerão) e o nosso Brasil teria um crescimento de apenas 2,8% em 2009.
Vários fatores são responsáveis por isso.A nossa produção industrial teve uma queda enorme, isso significa que o nosso parque industrial( que é um dos maiores do mundo) operou muito abaixo da capacidade e por isso produzimos pouco.As matérias primas que utilizamos ficaram escassas e muita caras no mercado internacional.Houve uma redução elevada das linhas de crédito no exterior penalizando várias empresas nacionais.As nossas taxas de juro ainda são altas e uma carga tributária que penaliza a indústria e o empresariado.Demissões em massa fizeram que milhões de brasileiros deixassem de consumir.Enfim, muitas variáveis poderia citar aqui.

É muito importante ressaltar que a economia brasileira tem projeções de vivenciar dias melhores e muito.Estamos em um ciclo de crescimento econômico e isso evidencia que temos vários fatores que apontam que as dificuldades do presente serão superadas.Já passamos por dias piores e tenho convicção de que tudo será ajustado porque temos empresários patriotas e corajosos que conduzirão á sólidos alicerces o nosso país.Sem falar de um povo destemido e empreendedor.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Minha Opinião


Minha opinião é sobre a influência dos EUA na América Latina.Ontem apenas ouvir do quarto a repercussão da viagem do Presidente Obama ao Cairo,capital do Egito.

Quais são os objetivos estratégicos dos Estados Unidos na América Latina? Manter a área de influência e evitar que vire plataforma hostil à segurança nacional estadunidense. Causa alguma tristeza nas elites locais, mas desde o fim da Guerra Fria importa menos a Washington se os governos aqui são de direita ou de esquerda, desde que não criem confusão. Desde que a região continue livre das ditaduras, das armas de destruição em massa, do terrorismo e das aventuras bélicas. E desde que nossos mercados estejam bem abertos para os negócios das empresas americanas.
Viva os Estados Unidos da América!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Nessa segunda feira, eu assumir a 2º vice presidência do Partido Social no Distrito Federal.Isso aumenta a minha resposabilidade e paixão por temas de interesse nacional.A seguir reproduzo uma coluna do meu colega com quem trabalhei na Redação do Correio Braziliense, árduo jornalista especial, Alon Feuerwerker.


A ENÉSIMA OPORTUNIDADE



As pesquisas Sensus e Datafolha confirmam não apenas que estamos em plena campanha eleitoral para a Presidência da República. Mostram que ela, como já alertava o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), apresenta características de segundo turno, dada a tendência de polarização. Outra constatação: a oposição caminha para desperdiçar a janela de oportunidade aberta com a eclosão da crise econômica mundial, em setembro. E que janela!

Por que Luiz Inácio Lula da Silva vai bem, assim como a candidata dele à sucessão, Dilma Rousseff? Porque o eleitor avalia que o presidente da República está fazendo o melhor possível, nas circunstâncias. Daí que talvez valha a pena considerar a hipótese de mais um voto de confiança. Parece simples? E é. Lula vende bem o peixe dele, o que vem incomodando a oposição, que se queixa da “máquina de propaganda” do governo federal. Um queixume que só revela impotência. Propaganda sozinha não sustenta governos, precisa estar ancorada em fatos.

A abordagem é recorrente aqui. Não há novidade para quem lê esta coluna. Em 2009, a economia brasileira vai apresentar resultados pífios. Na melhor das hipóteses, pousamos no fundo do poço. O juro real empurra a produção para baixo, quebra as exportações e ameaça o emprego. O investimento privado afundou, sem que o investimento público possa compensar a queda. E de quem é a culpa? De qualquer um, menos do chefe do governo. Nem fomos o último país a entrar na crise, nem seremos o primeiro a sair dela. E daí? E daí nada.

Não que o cidadão comum esteja em busca de debates complexos, sobre o spread bancário ou sobre o desenho da nova ordem internacional. O que falta é uma contranarrativa para tentar neutralizar vetorialmente a narrativa que Lula, dia sim outro também, reforça com vigor. A política é jogo de forças, soma de vetores. Uma oposição competente culpa o governo por tudo, exige dele o impossível, descobre defeitos até no que parece não ter e promete o paraíso se chegar ao poder.

Mas dá trabalho e exige obstinação, além de método e vontade de correr riscos. Pressupõe agarrar-se a alguma utopia e não subestimar o oponente. Você enxerga traço disso nas atitudes e atividades da oposição brasileira nos últimos seis anos e meio? Eu não enxergo. No que um Brasil governado por tucanos e democratas seria melhor do que o Brasil do PT? Nem eles próprios parecem saber. Daí que há tempos Lula esteja a falar sozinho.

Culpa dele? Não, culpa de quem deseja retirá-lo e a seu partido do poder mas espera isso acontecer como manifestação da vontade divina, como efeito das resistências do establishment a Lula, como consequência de uma suposta superioridade intelectual ou como produto da miraculosa descoberta daquele caso de corrupção que, agora sim, vai dar um jeito de colar no presidente. Ou como a soma de tudo isso.

O eleitor é pragmático. Adversários de Lula também estão bem avaliados na área de responsabilidade deles. E o eleitor é também desconfiado. Sabe que a política não se divide entre santos e demônios. Daí que tentativas de demonização tenham efeito apenas parcial. Só quem se ocupa de política 24 horas por dia são alguns jornalistas, os políticos e as pessoas cujo emprego ou cujo negócio dependem diretamente da política. É gente que trata o tema com paixão e gosto. Já a maioria tem com a política uma relação funcional. Quer saber o que vai ganhar ou perder. Quem é, entre as possibilidades, o melhor líder na situação.

2010 está perdido para a oposição? Óbvio que não. Eleição não se ganha de véspera. E a oposição tem um capital eleitoral respeitável, duas pernas bem fincadas nos dois maiores estados do país e boa capilaridade nacional. Por esse ângulo, talvez o choque trazido pelas últimas pesquisas tenha vindo em boa hora para os adversários de Lula. É a enésima oportunidade de tomarem contato com a realidade. E, diferente de 2006, o choque veio quando ainda falta um bom tempo para a eleição.

Até porque a travessia de 2009 para 2010 não será mesmo um mar de rosas. Enquanto as pesquisas mostram uma população mais otimista, o mercado anda cada vez mais pessimista, como mostrou ontem o boletim Focus. A esperança de Lula é que os profissionais da economia estejam errados. A da oposição, que estejam certos.

Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje no Correio Braziliense.Por Alon Feuewerker.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Três enfoques para diferenciação de sua empresa


Em mercados altamente competitivos há empresários que quase enlouquecem. E, não é raro encontrarmos alguns deles dispostos a tudo para não perder seus clientes. Por isso, ficam agressivos, maliciosos, enganam, mentem, prejudicam as pessoas, falsificam produtos, diminuem a qualidade, enfim, fazem tudo mesmo para não perder. Isto porque, para eles, o que mais importa no jogo empresarial é ganhar. Ganhar sem pudor, ganhar sem escrúpulos, ganhar sem a preocupação com os outros. Vida curta para eles. Se você não quer perder, então, busque diferenciais para seus produtos ou serviços, siga o exemplo de Kotler, o grande guru do marketing que ensina três enfoques básicos para diferenciação de sua empresa, são eles:

Enfoque na especialização – aqui você é o melhor, nenhum concorrente está à sua altura, seu produto é fenomenal ou você é o produtor exclusivo. Quando se tem qualidade superior, os preços são altos, mas o mercado consumidor desses produtos não reclama, pois compram glamour, status e satisfação. Nestes casos, podemos citar como exemplo, a Mercedez, a BMW, a Ferrari e outros nesta linha. Seus produtos são caros, mas são vistos circulando em todas as partes do mundo.

Enfoque na eficiência – neste caso traduzida pelos custos baixos. Uma empresa eficiente produz mais e gasta menos, isto porque organiza, planeja, controla e evita desperdícios. Desta forma, pode competir com custos mais baixos, controlando a concorrência pelo preço. Ai, temos as Casas Bahia, a maior empresa varejista do país e a Ricardo Eletro, que além de venderem com preços mais baixos que o mercado, ainda dividem em 12, 24 parcelas. E preço sempre será o diferencial nesse mercado.

Enfoque na excelência de cortesia – isto significa treinar seus empregados para receber seus clientes com maestria, delicadeza e perfeição no atendimento. Os clientes gostam de receber sorrisos de boas-vindas, na verdade, gostam de ficar à vontade para escolher o que querem e não serem pressionados pelos vendedores que querem lhes empurrar qualquer coisa goela abaixo. Pense por exemplo, na TAM, que faz questão desde a época do comandante Rolim de receber seus passageiros com um tapete vermelho na porta da aeronave. É bom sentir assim, não? Recebido com um tapete vermelho e o comandante na porta te dando as boas vindas. Espetacular!

Se, você não é o grande inventor, exclusivista em seu ramo de atividade ou ainda não possui capital suficiente para comprar lotes inteiros de geladeiras e televisores para concorrer com as Casas Bahia e a Ricardo Eletro, só lhe resta, então, ser o melhor no atendimento. E, a boa notícia para você que anda desanimado com tudo, é que ser excelente no atendimento não envolve custos altos. Prepare seu pessoal para atender seus clientes com educação, respeito e atenção. Dê a eles o melhor de sua empresa, a boa educação e um grande sorriso. Isso vai fazer a diferença e sua empresa será 100% Sucesso.

Natal Furucho

E o diferencial?


Existem fatores que diferenciam pessoas, serviços, produtos e empresas qualificando positivamente ou desqualificando negativamente, Isto depende apenas da maneira como as pessoas vêem o que lhes é oferecido. Na vida profissional, o diferencial que tanto importa não está em fazer apenas bem feito o que nos é mandado fazer, mas nas soluções que encontramos para os tantos problemas que existem. O normal nas empresa é a presença do profissional critico, capaz de enxergar todos os problemas e defeitos, no entanto, esses não servem para cargos superiores, pois de que adianta apontar problemas e não propor soluções?

Na vida empresarial a coisa não muda muito, há uma exigência crescente por mais rapidez, mais agilidade e mais presteza por parte daqueles que trocam dinheiro por produtos ou serviços. Ninguém suporta mais demoras no atendimento, “lentidão de sistemas”, velhas desculpas esfarrapadas que só servem para irritar ainda mais o cliente. Se você não for capaz de resolver imediatamente os problemas operacionais que te cerca, o fracasso lhe aguarda!

É claro que nem tudo se resolve com mágica, uma vez que existem determinados problemas que exigem esforço coletivo para serem resolvidos, mas não se pode ignorar que o tempo e os clientes não podem esperar. Portanto, invista tudo que puder imediatamente para corrigir os erros existentes, reforce seus profissionais, busque diferenciais competitivos que compensem as frustrações, dê regalos para seus clientes e tome cuidado com profissionais mal-humorados, eles podem acabar de vez com sua clientela. Não permita maus-tratos àqueles que contribuem para seu sucesso.

A boa notícia é que o cliente ao perceber seu esforço para resolver os problemas, acabam compreendendo e propondo ajuda valiosa através de suas opiniões, ouça-os, eles são os melhores consultores que existem. O diferencial não consiste apenas em valores agregados ao seu produto ou serviço, ele pode ser um excelente atendimento, um bom dia, um simples sorriso ou mesmo uma simples consulta ao seu cliente sobre como atender e satisfazer melhor suas necessidades.

Lembre-se, para ter 100% de sucesso você precisa apenas ter um olhar amplo para todos os fatores que o cercam e não se esqueça, nem tudo é o que parece!



Natal Furucho

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A incerteza do mercado


A incerteza do mercado

(Do meu colega e professor, Alexandre Guimarães, brilhante investidor do mercado financeiro)



Nos últimos dias o mercado foi surpreendido com a exposição em operações em derivativos cambiais “exóticas” da Aracruz, empresa de papel e celulose, e da Sadia, empresa de alimentos. Depois da surpreendente revelação destas exposições de alto risco, ficou a dúvida: existirão outros casos? O mercado de ações que já sofria, com a crise iniciada com o estouro da bolha hipotecária americana, respondeu negativamente, intensificando as desvalorizações das nossas empresas.
O alívio - Nesta semana os maiores bancos brasileiros anteciparam a divulgação dos balanços trimestrais. O Bradesco mostrou que não possui exposição alguma nesse tipo de operação. O Unibanco mostrou que possuía apenas R$ 1 bilhão de perdas com operações em derivativos e o Itaú divulgou que suas operações com derivativos chegam a R$ 2,4 bilhões de perdas. Antecipando as divulgações de seus balanços, os bancos trouxeram um grande alívio ao mercado financeiro brasileiro.
As oportunidades da Bovespa - A crise chegou ao fundo do poço? Ninguém tem a resposta. Porém, o que posso afirmar, é que, depois de assistirmos a uma desvalorização do Ibovespa de mais de 53%, tenho a clara concepção de que existem várias ações com preços bastante atrativos. A questão é: está na hora de irmos às compras? Para aqueles que gostam do mercado acionário, e têm um horizonte de investimento de longo prazo, com certeza, esta é a hora de começar a aproveitar as “liquidações”. Na cabeça do investidor fica uma grande questão: os preços das ações poderão cair mais? Respondo – realmente existe a possibilidade de mais desvalorização, mas vamos raciocinar. Depois de uma queda de mais de 50%, a possibilidade de mais queda diminuiu e a de alta aumentou. Então acho que vale a pena correr o risco.
Oportunidades na renda fixa - Com a crise financeira internacional, também surgiram algumas oportunidades de investimentos em renda fixa, em que o investidor poderá garantir juros reais bastante atrativos. A dica é aproveitar as altas taxas de remuneração oferecidas, e investir em Certificados de Depósito Bancário (CDB) prefixados com vencimentos de, no mínimo, dois anos, para garantir uma alíquota de 15% de imposto de renda e maximizar a rentabilidade do seu investimento. Vale lembrar que as taxas oferecidas no mercado vão depender do banco e do volume a ser aplicado. Para aqueles que dispõem de recursos para aplicações em prazos menores, sugiro aplicar em operações atreladas ao índice do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

DICAS
Com as grandes oscilações nos mercados financeiros, todo cuidado é pouco!
- tenha clareza sobre os seus objetivos e sobre o horizonte temporal de seus investimentos;
- controle suas emoções nos momentos de grande turbulência do mercado;
- se quiser trocar de aplicação, analise todos os detalhes, vantagens e desvantagens;
- não vá na onda dos outros, cada um tem um perfil de investimento próprio; e
- não ponha os ovos na mesma cesta, diversifique seus investimentos.
Bom investimento!

Alexandre Guimarães
Economista, sócio da AEG Investimentos e
presidente da Apimec-DF.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Pelo menos duas reportagens merecem certo destaque (da minha parte) veiculadas no noticiário nacional internacional dessa semana.A primeira diz respeito a declarações dos executivos do CITI BANK(sim aquele banco que levou um prejuízo de pelo menos $ 200 bilhões de dólares e acabaram com as minhas chances de até mesmo ser contratado aqui em Brasília) que afirmam que a recuperação da nossa Bolsa de Valores é a mais certa e terá um crescimento de até 60% no IBOVESPA, principal índice de nossa Bolsa.Esse reflete o crescimento e fortalecimento do mercado de capitais brasileiro(sem dúvida o melhor da América Latina!!!).E outro agravante: ele é a antecipação do estado da economia real,se esse segmento da economia vai bem,é sinal claro que as projeções para a economia real do nosso país sejam as mais postitvas possíveis.No mesmo documento, a instituição financeira diz eleger o mercado brasileiro de ações como a melhor escolha da América Latina. O Citigroup elevou a recomendação das ações brasileiras de "neutra" para "overweight" (acima da média).
Nessa semana ,eu mesmo fiquei impressinado com uma alta espantosa de até 5% em um mesmo pregão.Sempre falo que a recuperação do mercado financeiro é muito mais rápido do que a economia real.É hora de nós,os pequenos investidores,apostarmos nosso dinheirinho e monitorar passo a passo a rentabilidade de nossos papéis.

A segunda informação é também de fonte americana.Li na biblioteca da UPIS que, desde que aconteceu a reunião do G20, "o eixo de poder se desloca da América para a outra parte do mundo".O meu colega repórter se refere a pouca(?) influência que os EUA exercerão daqui pra frente sobre a Terra.O seu argumento ( eu discordo desse argumento)se baseia no enfranquecimento do mercado financeiro dos EUA e dos gastos enormes feitos pelo Tesouro Americano para "salvar" um sistma já quebrado.Reconheço que está certo em parte,nossos americanos tão cedo deixarão de exercer grande influência sobre a Terra.Os EUA já enfrentaram trinta e cinco ciclos econômicos e sempre sairam mais fortes .

Se alguém quiser recomendar ao meu colega a leitura do meu BLOG para que não cometa mais "furos", fique a vontade.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Sobre alterações na Poupança







A decisão do governo federal de mexer na remuneração da poupança não agrada os investidores no mercado financeiro,principalmente os especuladores.Quem acompanha o BLOG sabe que eu lembrei aqui nesse espaço a necessidade de corte ainda maiores das taxas de juros. . O descompasso começou quando o rendimento mensal da cardeneta de poupança passou a ter rendimentos maiores do que alguns fundos, como DI, certificados de depósito bancário e títulos de renda fixa que são remunerados conforme variação da taxa básica de juros, a SELIC.
Logo logo a oposição ao governo do PT veiculou uma propaganda dizendo que o presidente Lula iria fazer uma ação semelhante ao Fernando Collor, onde milhões de brasileiros ficaram sem nenhum centavo porque o governo simplesmente "pegou " o seu dinheirinho.De duas,uma:os principais clientes e usuários da poupança não são investidores,e sim trabalhadores simples que poupam parte de sua renda para o futuro, e a outra é que os investidores precisam continuar "faturando" com esse governo.
A decisão mais acertada é que se acentue ainda mais o corte de juros e crie um outro mecanismo de remuneração para os fundos e a poupança.Não pode haver uma fuga de investidores se desfazendo de suas posições com os fundos,esses tem papel importante na capitalização para às empresas.E a poupança é uma das principais fontes para crédito na construção civil e para o FGTS(Fundo de garantia por tempo de serviço).

domingo, 3 de maio de 2009

Sugestões

Duas sugestões de leituras para esse mês de maio:

"OS SEGREDOS DA BOLSA" Autor:Robert A. Haugen, da Editora Prentice Hall.

" MAL DA TERRA" Autor: Frederic Lenoir e Hubert Reeves, uma obra excelente sobre os efeitos do aquecimento global.

sábado, 2 de maio de 2009


UMA DOUTRINA REINVENTADA



Passei as duas semanas inteiras envolvido com trabalhos e provas na UPIS,por isso me ausentei do BLOG.Mas valeu a pena,conseguir notas excelentes nessas provas.
UMA DOUTRINA REINVENTADA


Passo para deixar uma nota do texto do Alon sobre a "Integração no Mercosul e os EUA".Excelente para quem se interessa por questões internacionais.

O governo brasileiro conquistou terreno nas últimas semanas na caminhada pela ampliação e consolidação do Mercosul. Em Caracas, o chanceler Celso Amorim e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, avançaram na convergência sobre assuntos pendentes. No Senado brasileiro, último passo que falta para aprovar a entrada da Venezuela no bloco, os números do comércio nacional com o vizinho bolivariano se sobrepõem pouco a pouco às objeções políticas e ideológicas.

O Parlasul —parlamento do Mercosul— caminha para existir graças a uma concessão brasileira: aceitamos estar sub-representados nele, para conforto principalmente do Uruguai e do Paraguai. Essa sub-representação é polêmica. Na prática, o eleitor brasileiro vai pesar menos do que o uruguaio e o paraguaio. Algo parecido com o que se dá na nossa Câmara dos Deputados. Críticos dizem que estamos estendendo para o Mercosul a herança maldita do Pacote de Abril de 1977. Então, o presidente Ernesto Geisel usou o AI-5 para aumentar artificialmente as bancadas dos pequenos estados, onde o desempenho eleitoral do governismo era melhor.

“A comparação não faz sentido”, contesta o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), um dos costuradores do acordo do Parlasul. “Se quisermos avançar na integração regional, precisaremos fazer concessões”, diz. “E nenhuma nação soberana aceitaria participar de um bloco no qual um único país, pelo tamanho de sua população, tivesse domínio político absoluto.” O senador argumenta que o Parlasul combinará aspectos de proporcionalidade e de equilíbrio, e lembra o papel histórico do Senado na manutenção da unidade nacional entre nós.

Polêmicas à parte, o fato é que a integração adquiriu especial importância para o Brasil com a eclosão da mega crise planetária da economia. Os líderes mundiais discursam contra o protecionismo, mas cada um deles procura manobrar para garantir ao seu próprio país a proteção de mercados.

O Brasil está nessa. Critica, naturalmente, os movimentos protecionistas nos Estados Unidos e na Europa, mas manobra para dar velocidade à formação do bloco regional, que a cada dia ganha mais peso estratégico para as exportações brasileiras. Aliás, essa é uma das principais queixas de nossos vizinhos, pois exportamos demais para eles e importamos deles de menos. Sem que haja solução simples à vista, dada a defasagem no grau de desenvolvimento entre as partes.

Eis um problema. Quando a Europa decidiu se constituir em bloco político-econômico, desenhou uma estratégia de maciços investimentos nas nações mais pobres, na época Portugal, Grécia e Espanha. Em termos práticos, alemães e franceses acabaram dividindo o ônus. E o Brasil, irá dividir o esforço com quem? Claro que com ninguém. É um debate que está por ser feito. Como encontrar o equilíbrio entre os reais investidos aqui, para gerar emprego e renda para os brasileiros, e os reais investidos lá fora, para assegurar mercados ao empresariado nacional.

A discussão está longe de ser apenas teórica. Com suas imensas reservas, a China adota há tempos uma política agressiva de expansão nas relações econômicas. O esforço chinês é mais visível na África, mas a América do Sul também ocupa lugar privilegiado na sua agenda. Dinheiro é que não falta para a China. Já nossas vantagens são a proximidade e a necessidade natural de convivência. Além, é claro, da torcida de Washington, que observa com atenção e satisfação nossos movimentos destinados a limitar a influência chinesa na área.

“A América para os americanos.” Assim passou à História a doutrina lançada no século retrasado pelo então presidente dos Estados Unidos James Monroe. A Doutrina Monroe foi criada para explicitar a oposição dos Estados Unidos à influência europeia nas Américas. Não deixa de ser curioso que, agora, com a ampliação e consolidação do Mercosul, a doutrina esteja sendo reinventada nas condições concretas do século 21. E pelas mãos de governos que, na teoria, têm um pé, ou os dois, no antiamericanismo. São as ironias da História.

Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje no Correio Braziliense.

domingo, 19 de abril de 2009

5º cúpula





A cidade de Port of Spain, capital de Trinidad e Tobago, no Caribe sediou a 5ª Cúpula dos Países Americanos entre os dias 17 e 19 deste mês. Segundo os analistas, no contexto da crise financeira global, a resposta conjunta dos países americanos às dificuldades se deu em torno do tema principal desta conferência. A cúpula também é considerada um novo ponto inicial para o governo Obama na melhora dos laços entre EUA e América Latina. Os EUA sempre consideraram a América Latina como seu "quintal". Porém, nos últimos dez anos, por motivos diversos, a influência norte-americana na região tem-se reduzido gradualmente.

No contexto da recessão global, o presidente norte-americano Barack Obama assinou recentemente um vultoso pacote de estímulo à economia. A tendência de ressurgimento do protecionismo comercial despertou insatisfação em muitos países, especialmente as nações latino-americanas, cujas economias dependem estreitamente dos EUA.

O presidente norte americano, como sempre escrevo aqui, está disposto mesmo a fazer um lugar melhor para alguns países.Não que eu seja ingênuo a ponto de acreditar que ele é o “salvador” da terra.Me refiro as ações que seu governo tem feito e que causará impacto significativo no atual conjuntura política econômica.Cito também a intenção do Obama de retirar gradualmente o embarco comercial à Cuba, desde que nesse país, as liberdades individuais e os direitos humanos sejam respeitados. Durante a conferência, o presidente Obama conversou e debateu ideias de igual para igual com os líderes latino-americanos e ouviu suas opiniões sobre assuntos regionais e internacionais. Para Washington, esta cúpula será um novo ponto de partida para a melhoria das relações com a América Latina.
Fico observando a capacidade desse país de confeccionar mudanças.Essa relação na época do presidente Kennedy ,por exemplo, era impossível.Esse governo foi eleito com uma atmosfera de mudança enorme no que diz respeito da imagem americana no resto do mundo.
Até o desafeto do George W Bush - Hugo Chavez - recebeu um singelo abraço do presidente americano.

quinta-feira, 9 de abril de 2009


Sobre a opinião de Aécio

Essa é a mensagem que o Governador Aécio nos passou quando um colega repórter,Alon Feuerwerker,lhe entrevistou no programa "Jogo do Poder" da CNT,canal 19.Vale a pena assitir a íntegra no You Tube.Escreva: alon feuerwerker em "pesquisar" no You tube.


"O Brasil, ao longo do tempo e em diferentes governos, ao marginalizar a educação
formal, o ensino profissional e a pesquisa, limitou a modernização, abastardou a competitividade e, em conseqüência, perdeu a visão do desenvolvimento econômico, auto-sustentável, como projeto hegemônico permanente. Perdeu o seu tempo, ao crescer marginalmente, nos últimos 20 anos. Aceitou, assim, a mediocridade do subdesenvolvimento imposto por sistema e hábitos políticos que dominam o Poder Executivo e toda a vida nacional, com visão personalista, cartorial, eleitoreira e de curto prazo.

Nesse quadro, ainda presente, dificilmente se pode esperar, em curto e médio prazos, o benefício de reformas político-institucionais macroeconômicas, capazes de aliviar o peso absurdo do Estado brasileiro sobre a sociedade, e abrir caminho para a modernização e a desburocratização do país, condição para alcançar maior capacitação competitiva, que estimule o crescimento econômico e viabilize a desejada inserção internacional como instrumento da sustentação do crescimento e não fator para o seu aviltamento." Forum Nacional 2007 - Debates

terça-feira, 7 de abril de 2009

Entende?


DO professor de Finanças Cristóvão Pereira.

"Ir pra peixe capitalista

A palhaçada que li nessa tarde, só por lá mesmo!
The NEW YORD TIMES, JULIA WERDIGIER

Inspirados pela crise de crédito, um novo jogo na Grã-Bretanha satírica convida
jogadores para assumir o papel da banca executivos, secretamente roubar seus bancos pagar si gigantesco bônus e utilização do governo salvamento para garantir a riqueza pessoal, tanto quanto possível, assegurando ao mesmo tempo os seus clientes «confiança.

O jogo, chamado "Crunch", é a criação do web designer Andrew Sheerin (a partir de Cambridge, Inglaterra), seu amigo Andy Tompkins e do livro infantil ilustrador Tom Morgan-Jones.

O jogo, que é de dois a quatro jogadores, é "uma mistura de estratégia", diz o Sr. Sheerin ", que vem executando o seu banco bem, e muita habilidade, que provém efectivamente eliminando cartas da mesa, sem ninguém perceber. "

Os jogadores começam o jogo com os seus activos em um banco e alguns cartões de confiança, que pode ser transformado em governo bailout cartões e injecções de capital e, em seguida, utilizar os seus cartões activos para investir. Mas de acordo com o jogo do Web site, o objetivo principal é o de garantir tanto dinheiro quanto possível para a sua própria fortuna "através da concessão de bônus você mesmo a intervalos regulares e pelo seu próprio brazenly fraudulenta do banco activos e escondendo-los quando não há uma outra pessoa está olhando. "Quem for pego perde uma valiosa confiança cartão.

"Crunch", é o segundo jogo desenvolvido pelos três amigos, após a criação em 2006 do jogo de tabuleiro "Guerra ao Terror", que foi banido do brinquedo feiras e rejeitadas pelos retalhistas para ser muito controverso.

O seu cartão jogo capitalista, que levou oito meses para desenvolver, está disponível on-line e está programado para chegar brinquedo revendedores independentes nos Estados Unidos em julho.